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Collagen Peptides — Notas práticas

Por Redação · publicado 2025-09-04 · última revisão 2025-09-24 · Info

Se você tem lido sobre Collagen Peptides e quer uma única página com o essencial — definições, contexto, como se estuda e as perguntas recorrentes — é esta.

Atualizado em 2025-09-24. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.

Mecanismo de ação

Radiação ultravioleta, ou UV, também chamada de luz ultravioleta, é uma forma de radiação eletromagnética com comprimentos de onda entre 100 e 400 nanômetros, menores que os da luz visível e maiores que os dos raios X. A faixa entre 10 e 100 nanômetros recebe o nome de ultravioleta extremo e compartilha algumas propriedades com os raios X moles. A radiação UV está presente na luz solar e corresponde a cerca de 10% de toda a radiação eletromagnética emitida pelo Sol. Também é produzida por arcos elétricos, pela radiação Cherenkov e por fontes de luz específicas, como lâmpadas de vapor de mercúrio, lâmpadas de bronzeamento e lâmpadas de luz negra. Os fótons ultravioletas têm mais energia que os da luz visível, cerca de 3,1 a 12 elétron-volts, próxima da energia mínima necessária para ionizar átomos. A radiação ultravioleta de comprimentos de onda maiores não é ionizante, pois seus fótons não têm energia suficiente para isso. Ainda assim, pode desencadear reações químicas e fazer muitas substâncias emitirem luz por fluorescência. Suas aplicações químicas e biológicas decorrem, em grande parte, da interação da radiação UV com moléculas orgânicas. Essas interações podem excitar elétrons dos orbitais moleculares para estados de maior energia e romper ligações químicas. Radiações infravermelhas excitam sobretudo os estados de vibração ou rotação das moléculas, elevando sua temperatura. O ultravioleta de ondas suficientemente curtas é ionizante. A radiação UV de ondas curtas pode danificar o DNA e desinfetar superfícies irradiadas.

Fontes: pt.wikipedia.org

Estado das pesquisas

Em seres humanos, o bronzeamento e as queimaduras solares são efeitos familiares da exposição da pele à radiação UV, que também aumenta o risco de câncer de pele. A atmosfera absorve grande parte da radiação ultravioleta solar, reduzindo a exposição dos organismos na superfície. A radiação solar com comprimentos de onda inferiores a aproximadamente 300 nm é absorvida na atmosfera, sobretudo pelo ozônio e pelo oxigênio molecular, antes de chegar ao solo. A radiação UVB também permite a formação de vitamina D na maioria dos vertebrados terrestres, inclusive nos seres humanos. O espectro ultravioleta tem, assim, efeitos benéficos e prejudiciais à vida. Por convenção, o limite inferior de comprimento de onda do espectro visível é de 400 nm. Embora os seres humanos geralmente não enxerguem raios ultravioletas, esse limite não é abrupto. Nessa região, a visibilidade diminui à medida que o comprimento de onda se torna menor. Insetos, aves e alguns mamíferos enxergam o ultravioleta próximo, ou NUV, pois percebem comprimentos de onda um pouco menores que os visíveis para os seres humanos.

Fontes: pt.wikipedia.org

Uso e manuseio

== Visibilidade para os seres humanos == O cristalino do olho humano e as lentes implantadas cirurgicamente bloqueiam a maior parte da radiação ultravioleta próxima, na faixa de 300 a 400 nm. A córnea bloqueia os comprimentos de onda menores. Os receptores de cores humanos não têm adaptações específicas para os raios ultravioletas. Os fotorreceptores da retina, porém, são bastante sensíveis aos fótons UVA. Como o cristalino não focaliza essa luz adequadamente, as lâmpadas UVA parecem desfocadas. Pessoas sem cristalino, condição chamada de afacia, percebem UVA como azul-esbranquiçado ou violeta-esbranquiçado. Insetos, alguns mamíferos e algumas aves enxergam a radiação ultravioleta próxima. As aves têm um quarto receptor de cores sensível ao ultravioleta. Esse receptor e estruturas oculares que deixam passar mais radiação UV dão às aves menores uma visão ultravioleta propriamente dita.

Fontes: pt.wikipedia.org

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Qualidade e análise

== História e descoberta == "Ultravioleta" significa "além do violeta", do latim ultra, "além". O violeta é a cor de maior frequência da luz visível. O ultravioleta tem frequência ainda maior e, por isso, comprimento de onda menor. A radiação UV foi descoberta em fevereiro de 1801, quando o físico alemão Johann Wilhelm Ritter observou que raios invisíveis logo além da extremidade violeta do espectro visível escureciam papel embebido em cloreto de prata mais rapidamente que a própria luz violeta. Ele anunciou a descoberta em uma carta muito breve à revista Annalen der Physik. Depois, chamou esses raios de "desoxidantes", em alemão de-oxidierende Strahlen, para ressaltar sua reatividade química e distingui-los dos "raios de calor", descobertos no ano anterior na outra extremidade do espectro visível. A expressão mais simples "raios químicos" foi adotada pouco depois e permaneceu em uso ao longo do século XIX. Alguns pesquisadores defendiam que essa radiação era inteiramente diferente da luz. John William Draper, por exemplo, deu a ela o nome de "raios titônicos". As expressões "raios químicos" e "raios de calor" foram substituídas por radiação ultravioleta e infravermelha, respectivamente. Em 1878, descobriu-se que a luz de ondas curtas podia matar bactérias e produzir um efeito esterilizante. Em 1903, já se sabia que os comprimentos de onda mais eficazes estavam próximos de 250 nm. O efeito da radiação ultravioleta sobre o DNA foi estabelecido em 1960. Em 1893, o físico alemão Victor Schumann descobriu a radiação ultravioleta com comprimentos de onda inferiores a 200 nm.

Fontes: pt.wikipedia.org

Perguntas frequentes

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